Você não tem dinheiro ou não tem prioridade? A verdade sobre renda extra

Você não tem dinheiro ou não tem prioridade? A verdade sobre renda extra Pobre que se acha rico

Você não tem dinheiro ou não tem prioridade? A verdade sobre renda extra

Engraçado, né? As pessoas reclamam demais porque têm uma jornada de trabalho muito puxada. Você trabalha oito, nove horas por dia e, quando chega em casa, pega a bicicleta, a moto ou o carro e vai rodar com aplicativos para tentar render um dinheiro extra. Só que, quando aparece uma alternativa para trabalhar de dentro da sua casa — que não é nenhuma fortuna, mas dá para fazer uma graninha se você for organizado e fizer um marketing pago, um tráfego pago para aquele produto que você domina ou tem conhecimento, com uma página de venda legal —, sabe qual é a resposta? "Ah, mas eu não tenho R$ 300 para fazer uma campanha no Google. Eu não tenho esse dinheiro, não posso tirar R$ 50." O problema é tirar R$ 50 para fazer uma campanha de uma semana na Meta Ads.

O game pad de R$ 169 e a campanha que "não cabe no bolso"

Mas é engraçado: esse mesmo cidadão que fala uma coisa dessas tem um adaptador de celular que transforma o aparelho em controle de videogame, um game pad de R$ 169. Você tem R$ 169 para dar no game pad, que não vai te trazer lucro nenhum — pelo contrário, é um passivo, o dinheiro só foi e não retornou. Mas você não pode pegar esses R$ 169 e colocar numa campanha no Google para tentar vender. Interessante, não?

O churrasco de fim de semana custa o mesmo que uma campanha

Quer ver outra coisa? Se gasta em média de R$ 200 a R$ 250, se não for mais, num fim de semana com pizza, lanchinho diferente, ou simplesmente reunir com a rapaziada para comer um churrasco. Com bebida e carne, em média sai por R$ 150, R$ 200, de repente até R$ 300. Mas você não pode gastar esses R$ 300 numa campanha no Google para vender, impulsionar um produto e, de repente, conseguir tirar aquilo que investiu — e às vezes até mais.

Meu exemplo com o kit estamparia

Falo isso pelo simples fato do seguinte: eu tinha um produto chamado kit estamparia, voltado para quem trabalhava com sublimação. Nesse kit estamparia você tinha as estampas que podia editar, personalizar e imprimir da maneira que quisesse — na caneca, na camisa e assim por diante. Tinha bastante coisa ali. Eu colocava R$ 300 para fazer campanha no Google, sabendo trabalhar pixel, tendo conhecimento, e podendo colher dali também. Esse produto continuava vendendo por si. Eu colocava R$ 300 e me retornava R$ 1.500, então eu tinha um lucro de R$ 1.200 sem estar pedalando por aí, sem ter que pegar o produto, sem ter que me arriscar lá fora, sem desaforo nesse sentido. Porque o produto eu estava apenas indicando a venda, não estava vendendo propriamente dito — eu só estava indicando.

O orgânico acontece, mas é esporádico

Isso não vai acontecer no orgânico. Até acontece de vez em quando, parece uma venda no orgânico, mas é muito esporádico. A venda acontece com mais certeza justamente com o tráfego pago. Mas você não tem dinheiro para fazer tráfego pago. Você tem dinheiro para gastar com churrasco, tem dinheiro para gastar com game pad, mas para algo que é ativo, que pode trazer dinheiro, você não tem dinheiro.

Não é falta de dinheiro: é falta de prioridade

Não é que você não tenha dinheiro. Você não tem prioridade. Então você vai sempre se lamentar que ganha pouco e gasta muito, porque você quer. Você não quer realmente trabalhar, não quer fazer uma grana extra. Você quer alguém que te ajude, alguém que te ache o coitadinho para te ajudar. Nessa vida são poucas as pessoas que vão te achar coitadinho e vão te ajudar.

E você, já parou para pensar quanto do seu dinheiro vai para passivos que não retornam nada? Deixa aí nos comentários.

Conteúdo informativo sobre renda extra, prioridade financeira e marketing digital.

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