Destrutor: O Poderoso Irmão de Ciclope

Reflexões sobre apoio nas redes sociais

Reflexões sobre apoio nas redes sociais — Compartilhar, apoiar e agir

Passeando pelas redes: compartilhar, criticar e apoiar — o que fazer?

Artigo informativo • Reflexões e dicas práticas para quem empreende e busca apoio — atualizado em 14/02/2026

Passeando pelas redes sociais, a gente encontra cada coisa, né? Tem post que faz rir, vídeo que emociona e, claro, aquelas mensagens que ficam martelando na cabeça por dias. Quero conversar com você sobre duas dessas mensagens — porque elas trazem uma verdade meio incômoda, mas que vale a pena pensar com calma. Ah, e antes que eu esqueça: se você gosta de ler, no final tem um link direto para a Livraria Curitiba que pode te interessar.

Compartilhar rápido, apoiar devagar: por que isso acontece?

Você já reparou como é fácil para algumas pessoas compartilharem qualquer bobagem nas redes? Uma piadinha, uma corrente, uma imagem engraçada: pronto, já está no status, nos grupos, no zap da família. Agora pense: quando é algo seu — um projeto, uma ideia, um texto, um negócio — a coisa muda. “Ah, não sei usar isso”, “não tenho tempo”… Estranho, né? Mas, se for uma piada, todo mundo aprende na hora.

Por que isso acontece? Em parte, porque compartilhar um meme exige pouco esforço emocional. É um gesto automático, sem custo. Apoiar o trabalho de alguém, por outro lado, exige decisão: você precisa acreditar, às vezes gastar dinheiro ou tempo, ou correr o risco de se envolver. Aí surgem as desculpas. Muitas vezes não é maldade consciente; é simplesmente escolha. É mais cômodo curtir uma piada do que investir no sonho do outro.

Uma frase que dói — e faz pensar

“Parentes podem até juntar dinheiro para pagar o seu enterro, mas nunca vão juntar dinheiro para você investir em seus empreendimentos.”

A segunda mensagem que queria comentar é mais pesada: “Parentes podem até juntar dinheiro para pagar o seu enterro, mas nunca vão juntar dinheiro para você investir em seus empreendimentos.” Dói? Sim. Mas pense com calma: quantas pessoas que te criticaram enquanto você tentava algo novo serão as primeiras a postar “saudades eternas” quando algo ruim acontecer? Esse comportamento mistura demagogia com hipocrisia — lamentam de forma pública e fácil, ignoram quando dá trabalho real.

Se você trabalha por conta própria, sabe bem do que estou falando. Para muita gente, empreender ainda é sinônimo de “não ter trabalho de verdade”. Eles não veem as horas, as incertezas, as noites sem sono. Vêem só o risco. E quando conversam com você, em vez de somar, acabam te desmotivando: “Isso não vai dar certo”, “procura algo mais seguro”. Palavras assim corroem a confiança — e confiança é combustível para qualquer projeto.

O que fazer diante disso?

Não dá para mudar a mentalidade dos outros de uma hora para outra, mas você pode escolher como reagir. Vou te passar ideias práticas, como se a gente estivesse sentado no sofá conversando:

  • Diferencie opinião de experiência. Se alguém critica sem ter experiência no assunto, trate a opinião como ruído, não como regra. Nem toda crítica é válida.
  • Mostre resultados, mesmo que pequenos. Fotos, depoimentos, números simples — tudo ajuda a transformar “achismo” em credibilidade. Pequenos avanços convencem mais que longas explicações.
  • Ache aliados reais. Em vez de buscar aprovação geral, identifique quem já te apoia: um cliente satisfeito, um amigo com experiência, um mentor. Poucas vozes verdadeiras valem mais que muitos comentários vazios.
  • Eduque com paciência. Às vezes a pessoa não apoia porque não entende. Explicar de forma simples como seu trabalho funciona pode transformar um cético em incentivador.
  • Proteja sua energia. Conversas que só te derrubam não ajudam. Estabeleça limites: reduza o tempo de debates improdutivos e escolha a quem você conta seus planos.
  • Construa comunidade fora do núcleo familiar. Grupos online, eventos, coworkings e cursos conectam você com quem vive os mesmos desafios. Lá você encontra suporte real e oportunidades.
  • Planeje as finanças. Ter um plano financeiro sólido reduz insegurança e aumenta sua confiança — e a confiança de possíveis apoiadores. Metas pequenas e reservas ajudam muito.
  • Busque outras formas de capital. Se parentes não investem, há alternativas: crowdfunding, microcrédito, programas de aceleração, parcerias. Pesquisar abre portas.

Importante: ausência de apoio não significa que seu trabalho não vale. Muitas vezes as pessoas têm limitações próprias que as impedem de ajudar — problemas financeiros, medo, falta de visão. Isso não justifica a indiferença, mas ajuda a entender que a recusa nem sempre é pessoal.

Também é bom separar críticas destrutivas de críticas construtivas. Aquelas que apontam problemas com sugestões úteis merecem atenção. As que apenas te diminuem, sem nada além de negatividade, não merecem espaço. Se for o caso, transforme o que for útil em aprendizado e descarte o resto.

Sobre choro público e pequenas ações

Um ponto que me incomoda é o choro público fácil: postar que sente falta entre os vivos é simples; difícil é ligar, visitar, apoiar quando dá tempo. Essa atitude se reforça nas redes, mas também é cultural. E cultura muda com pequenas ações: você pode ser uma dessas ações. Ligar para alguém, recomendar o trabalho de um amigo, deixar um comentário de apoio — gestos pequenos que fazem grande diferença.

Uma dica prática para começar hoje

Agora, uma dica prática para começar a mudar sua realidade hoje: escolha uma ação concreta. Pode ser montar um portfólio, pedir três depoimentos a clientes, publicar um projeto por semana, abrir uma campanha de financiamento ou aceitar um convite de networking. Fazer algo gerará movimento — e movimento atrai pessoas certas.

E, como prometi lá no começo, se você gosta de leitura e quer explorar livros sobre relações humanas, empreendedorismo ou autoconhecimento, vale dar uma passada na Livraria Curitiba. Se você quiser ajudar quem recomenda, pode usar este link direto: Visite a Livraria Curitiba. Além de encontrar ótimos títulos, você ainda pode apoiar pequenas iniciativas ao comprar por esse link.

Para finalizar

Quero terminar perguntando: quais mensagens nas redes já te fizeram pensar e agir diferente? Teve alguma que te incomodou tanto que te motivou a mudar algo na vida? Compartilha — sua experiência pode inspirar outra pessoa.

Um forte abraço. Continue acreditando no seu trabalho, proteja sua energia e valorize quem caminha com você. Valeu!

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