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Reflexões simples sobre tempo, carnaval e como viver melhor em cada etapa da vida.
A vida pode ser realmente bela quando a gente aprende a viver. Ontem foi sexta-feira 13, o primeiro dia de carnaval, e foi curioso observar como as pessoas mudam a rotina: trocam o dia pela noite, som alto, multidão, dança, bebidas, agitação. É a festa do povo — pura energia e entrega.
Enquanto muitos se entregavam à folia, eu estava em casa: em frente ao computador escrevendo para o blog e assistindo a filmes em outra tela. À meia-noite, cansado, fui dormir. Mesmo com o som da rua e o barulho da festa da prefeitura, o corpo pedia descanso. Dormi leve, ouvindo as músicas de fundo.
Às 6 da manhã, o corpo já queria levantar, mas consegui ficar mais um pouco na cama até as 7. Levantei para apagar a luz da varanda e, ao voltar, sentei na frente do PC para refletir sobre o que escrever. E aí veio a pergunta: e o meu carnaval? Onde ele estava?
Quando a gente para para pensar, percebe que continua sendo, em essência, a mesma criança que um dia foi. O que mudou foi o corpo: maior, mais cansado, menos ágil. A malícia e o juízo vêm com o tempo. Na infância não enxergávamos maldade; crescemos e aprendemos a identificar riscos e limites. Isso é natural.
Porém, mesmo gostando das mesmas coisas, hoje muitas pessoas pensam: “Eu gosto, mas não devo fazer — é coisa de criança, não combina com minha idade.” A sociedade e a própria autorrenúncia empurram a espontaneidade para o fundo. Quantas vezes você ouviu “parece criança”? Pois é: somos crianças envelhecidas.
A grande diferença está em quem aprendeu a aproveitar o tempo e quem deixou o tempo passar sem viver. Alguns entendem que cada fase tem sua beleza e aproveitam ao máximo. Outros se prendem ao que “deveriam ser” e perdem a chance de viver melhor agora.
Use a imagem da torneira: a água que corre agora e vai para o ralo não volta. O tempo flui do mesmo jeito. Quando você aprende a aproveitar, não sente tanta necessidade de voltar ao passado; vive o presente com plenitude.
Muitos sonham em ser adultos quando crianças, imaginando liberdade total. Mas a liberdade adulta vem com responsabilidades. A rotina, os compromissos e o cansaço mudam a forma como vivemos. E isso pode gerar frustração em quem acreditava que tudo seria mais fácil.
Outras pessoas, por não terem aproveitado na infância ou adolescência, tentam recuperar o tempo perdido quando já estão mais velhas. Isso nem sempre funciona bem: o corpo pede cuidado e nem sempre responde como antes. A maturidade pede equilíbrio entre desejo e prudência.
Aprender a viver cada fase da vida é uma arte. É aceitar limitações físicas sem abandonar a chama interior. É encontrar novas formas de alegria que sejam compatíveis com o momento presente. Há muitas maneiras de aproveitar: ler, criar, conviver, planejar pequenas aventuras.
Se você soube aproveitar o tempo — brincando, explorando, aprendendo — provavelmente terá menos arrependimentos. Por isso, reflita: você viveu bem cada fase ou ainda carrega hábitos infantis que não se encaixam mais no seu cotidiano?
Comece pequeno: reserve tempo para algo que te dê prazer e que seja adequado à sua fase de vida. Ler um bom livro, caminhar, conversar com amigos, ou simplesmente descansar sem culpa. Valorizar o presente é um treinamento diário.
Quer uma sugestão para começar agora mesmo? Passe na Livraria Curitiba e escolha um título que te inspire a viver melhor — um bom livro costuma abrir portas para novas perspectivas.
A vida é bela quando a gente decide vivê-la com atenção. Cada fase tem seu charme e seus desafios. A criança que existiu em você continua lá, mas cabe a você encontrar formas maduras de celebrar a alegria sem perder a responsabilidade. Aproveite, com inteligência e carinho por si mesmo.
Então eu te pergunto: como você tem vivido suas fases? Está aproveitando o tempo ou adiando a vida que merece ser vivida?
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